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Japão deve juntar forças com EUA e Europa para regular gigantes de tecnologia

O Japão unirá forças com Estados Unidos e Europa para enfrentar abusos de mercado pelas quatro maiores empresas de tecnologia, disse o novo chefe de seu órgão antitruste nesta segunda-feira.



Ilustração mostra Fitbit Blaze em frente a logo do Google 08/11/2019 REUTERS/Dado Ruvic
Foto: Reuters

Kazuyuki Furuya, presidente da Comissão de Comércio Justo do Japão (FTC), também disse que Tóquio pode abrir uma investigação sobre qualquer fusão ou acordo de negócios como a que envolve a fabricante de rastreadores de atividade física Fitbit se o tamanho desses negócios for grande o bastante.

"Se o tamanho de qualquer fusão ou acordo comercial for grande, podemos lançar uma investigação antimonopólio sobre o processo do comprador de comprar uma startup (como a Fitbit)", disse ele à Reuters. "Estamos acompanhando de perto os desenvolvimentos, inclusive na Europa."

Os reguladores antitruste da União Europeia lançaram em agosto uma investigação sobre a oferta de 2,1 bilhões de dólares feita pela Alphabet para comprar a Fitbit.

O Japão está preparando as bases para regulamentar os operadores de plataformas de internet. Entre eles estão as gigantes da tecnologia Google, Apple, Amazon e Facebook, que enfrentam várias investigações antitruste nas nações ocidentais.

Empresas multinacionais têm práticas de negócios semelhantes em todo o mundo, o que torna a coordenação global crucial, disse Furuya. "Trabalharemos em estreita colaboração com nossos colegas americanos e europeus e responderemos a quaisquer movimentos que atrapalhem a competição", disse ele.

"Esta é uma área que vou avançar agressivamente", disse ele, acrescentando que a FTC está pronta para abrir sondagens se os operadores de plataformas digitais abusarem de suas posições dominantes no mercado contra os consumidores.

Dinheiro digital de bancos centrais pode elevar pressão para substituir moedas, diz FMI

Dinheiro digital emitido por bancos centrais pode fazer com que moedas estrangeiras substituam efetivo doméstico, além de poder impulsionar fluxos ilícitos de capital se não houver salvaguardas apropriadas, disse o Fundo Monetário Internacional (FMI) nesta segunda-feira.



Representações das moedas digitais Ripple, Bitcoin, Etherum e Litecoin. 13/2/2018. REUTERS/Dado Ruvic
Foto: Reuters

Bancos centrais ao redor do mundo começaram a estudar a emissão de suas próprias moedas digitais, conhecidas como CBDCs, depois que o Facebook anunciou no ano passado planos para o lançamento da libra.

Por trás dos estudos dos bancos centrais está o temor de perda de controle sobre sistemas de pagamentos se moedas emitidas por agentes privados forem aceitas amplamente.

O FMI afirma que as consequências políticas e econômicas das CBDCs e das emitidas por entes privados dependem da adoção, algo difícil de prever uma vez que as CBDCs ainda estão longe da realidade e o futuro da libra do Facebook é incerto.

As CBDCs e stablecoins podem aumentar pressão por uma "substituição monetária", com moedas estrangeiras podendo vir a substituir as emitidas localmente, afirma o FMI.

Esta substituição tem potencial para corroer o controle sobre a liquidez doméstica, reduzindo a estabilidade da demanda de dinheiro e enfraquecendo o impacto da política monetária.

Sem salvaguardas devidas, CBDCs estrangeiras e stablecoins podem também impulsionar fluxos ilícitos e tornar mais difícil para autoridades locais o controle de movimentos de capital, acrescentou o FMI.

Apesar disso, os benefícios das CBDCs e stablecoins em transações entre países são "conceitualmente claros", mas ainda difíceis de se quantificar, afirma o FMI, citando custos menores de transações. A emissão de CBDCs também podem ajudar moedas a se internacionalizarem ou conseguirem condição de moedas de reserva, acrescentou.

A China tem dito publicamente que quer ser o primeiro país a emitir uma moeda digital para reduzir sua dependência sobre o sistema de pagamentos global baseado no dólar.

(Fonte: Tom Wilson - Reuters) - 19/10/2020
Samsung Galaxy A42 5G terá câmera quádrupla e 5.000 mAh

Samsung revela infográfico com ficha técnica do Samsung Galaxy A42 5G; celular terá câmera de 48 MP e bateria de 5.000 mAh

A ficha técnica do Samsung Galaxy A42 5G deu as caras nesta quinta-feira (9). Segundo um infográfico divulgado pela Samsung, o celular terá câmera quádrupla de 48 megapixels e ficha técnica intermediária com bateria de 5.000 mAh. A data e o preço de lançamento, porém, ainda são um mistério.


Samsung Galaxy A42 5G (Imagem: Divulgação/Samsung)
Foto: Tecnoblog

O Samsung Galaxy A42 5G foi oficializado pela Samsung no começo de setembro como o dispositivo 5G mais acessível do mercado. Mas detalhes, como preço, data de lançamento e especificações, não foram revelados pela Samsung.

Agora, a marca sul-coreana trouxe mais informações sobre o celular Samsung Galaxy. A começar pela tela Super AMOLED de 6,6 polegadas com resolução HD+ e notch em forma de gota, para abrigar a câmera frontal de 20 megapixels. O leitor de impressões digitais se encontra sob o display.

Três opções de cores estarão disponíveis: Prism Dot Black (preto), Prism Dot White (branco) e Prism Dot Gray (cinza).

O conjunto fotográfico quádruplo vai marcar presença no smartphone, com câmera principal de 48 megapixels (f/1,8). O conjunto fica completo com os três sensores de 8 megapixels (f/2,2), 5 megapixels (macro, f/2,4) e 5 megapixels (profundidade de campo, f/2,4).

A ficha técnica será intermediária, com processador octa-core de até 2,2 GHz, armazenamento de 128 GB com suporte a cartão de memória microSD e opções com memória RAM de 4 GB, 6 GB e 8 GB e 5G. A bateria terá a capacidade de 5.000 mAh e suporte a recarga de 15 W.

Não há previsão de data e preço de lançamento do Samsung Galaxy A42 5G no Brasil.

Samsung Galaxy A42 5G - ficha técnica
Tela: Super AMOLED de 6,6 polegadas com resolução HD+ (Infinity-U)
Processador: octa-core de até 2,2 GHz
RAM: 4 GB, 6 GB e 8 GB
Armazenamento: 128 GB, expansível via cartão de memória microSD de até 1 TB
Câmera traseira quádrupla:
principal: 48 megapixels, f/1,8
ultrawide: 8 megapixels, f/2,2
macro: 5 megapixels, f/2,4
profundidade: 5 megapixels, f/2,4
Câmera frontal: 20 megapixels, f/2,2
Bateria: 5.000 mAh, carregamento rápido de 15 watts
Sistema operacional: não informado
Conectividade: 5G
Mais: leitor de digitais sob a tela
Dimensões: 164,4 x 75,9 x 8,6 mm
Peso: 190 gramas
Cores: Prism Dot Black (preto), Prism Dot White (branco) e Prism Dot Gray (cinza)
Infográfico com ficha técnica do Samsung Galaxy A42 5G:


Infográfico com ficha técnica do Samsung Galaxy A42 5G (Imagem: Divulgação/Samsung)
Foto: Tecnoblog

iPhone 12: vazam preços e datas de lançamento da Apple

Linha iPhone 12 deve chegar às lojas a partir de outubro de 2020; preços dos celulares da Apple podem começar em US$ 699

Os possíveis preços, datas de lançamento e especificações da linha iPhone 12 já deram as caras. As informações sobre o próximo evento da Apple, que deve anunciar os sucessores do iPhone 11, foram reveladas por Kang, já conhecido por antecipar informações sobre produtos da marca, na rede social Weibo nesta sexta-feira (9).



iPhone 12: informações sobre sucessor de iPhone 11 (foto) vazam antes do lançamento (Imagem: Tecnoblog)
Foto: Tecnoblog

Ao todo, quatro celulares da Apple devem ser anunciados em 2020, segundo Kang. A começar pelo iPhone 12 Mini, que deu as caras em rumores anteriores, com tela de 5,4 polegadas e preços a partir de US$ 699 (cerca de R$ 3.910 em conversão direta). Já o iPhone 12 tende a trazer display de 6,1 polegadas e preços a partir de US$ 799 (por volta de R$ 4.470).

Em comum, os dois smartphones devem sair da caixa com câmera dupla, sendo o sensor secundário com lente ultrawide, e armazenamento de 64 GB, 128 GB e 256 GB. Cinco opções de cores podem estar disponíveis para os consumidores: azul, branco, preto, vermelho e verde.

O iPhone 12 Pro e o iPhone 12 Pro Max podem contar com 128 GB, 256 GB e 512 GB de espaço e telas de 6,1 e 6,7 polegadas, respectivamente, com preços a começar em US$ 999 e US$ 1.099, ou cerca de R$ 5.590 e R$ 6.150. A câmera tripla tende a permanecer, mas acompanhada pelo sensor LiDAR do iPad Pro.

O 5G deve marcar presença em todo o quarteto, assim como as melhorias no modo noturno e no Smart HDR. Os fones de ouvido e adaptador de tomada, no entanto, não devem acompanhar os telefones na caixa, assim como no Apple Watch SE e Apple Watch Series 6. A Apple ainda deve trazer a marca "MagSafe", dos antigos carregadores magnéticos para MacBook, de volta.

A suposta data de lançamento dos celulares também foi revelada. Segundo Kang, a pré-venda da edição Mini começará em 6 ou 7 de novembro. O celular será enviado aos compradores a partir de 13 ou 14 de novembro. O iPhone 12 e 12 Pro, por sua vez, entrará em fase de encomendas em 16 ou 17 de outubro e chegará às lojas em 23 ou 24 de outubro.

A variante de tela maior pode demorar um pouco mais. Espera-se que a pré-venda tenha início em 13 ou 14 de novembro, enquanto as vendas estão previstas para começarem em 20 ou 21 de novembro de 2020. Já o HomePod Mini pode custar US$ 99 (cerca de R$ 550 em conversão direta) e chegar em novembro.

Vale lembrar que Kang possui um histórico notável de acertos sobre rumores da Apple. Em setembro, suas previsões adiantaram as cores e o preço inicial do iPad Air e o oxímetro do Apple Watch Series 6. Em junho, para a WWDC 2020, foi a vez de antecipar o nome do macOS Big Sur e a vinda dos widgets na tela inicial do iOS 14.



Capa do evento da Apple (Imagem: Reprodução/Apple)
Foto: Tecnoblog

iPhone 12: Apple marca evento para outubro
A Apple marcou, nesta terça-feira (6), um evento para 13 de outubro de 2020. Apresentado como "Hi, Speed", espera-se que a companhia norte-americana revele os sucessores do iPhone 11 durante a coletiva, além do primeiro Mac com processador ARM.

O evento virtual será transmitido na próxima terça-feira (13), a partir das 14h (horário de Brasília).

MERCADO EM TORNO DO SISTEMA ANDROID MOVIMENTOU R$ 136 BI NO BRASIL

Número é de 2019 e foi calculado pela consultoria Bain & Company a pedido do Google. Leva em consideração a cadeia de produção de aparelhos e investimentos das operadoras em infraestrutura.

Levantamento traça também perfil do desenvolvedor de apps.

O sistema operacional móvel Android está presente na maioria dos aparelhos celulares e tablets do Brasil, e por isso mesmo movimenta um volume colossal de dinheiro. Estimativa da consultoria Bain & Company, formulada a pedido do Google aponta que quase 2% do PIB de 2019, ou seja, R$ 136 bilhões, foram gerados a partir da venda de aparelhos e serviços ligados à plataforma – do desenvolvimento de apps a planos de conectividade.

Ainda de acordo com o estudo, realizado pela primeira vez no Brasil, estima-se que 630 mil empregos estão nesta cadeia de valor direta da plataforma Android, o que equivale a aproximadamente 35% dos trabalhadores na indústria de tecnologia e telecomunicações.

Desde 2002, quando a Blackberry lançou o primeiro smartphone do mercado brasileiro, o número de fabricantes saltou para 13, que vendem 50 milhões de dispositivos por ano (3% do total mundial, 56% do total da América do Sul).

Para chegar ao número, a consultoria considerou o mercado de smartphones desde a montagem, passando pela venda no varejo, seguros e assistência, e também de acessórios. Considerou ainda a venda dos apps na loja de aplicativos e serviços de desenvolvimento. Usou ainda números das operadoras de telecomunicações de investimento em infraestrutura, manutenção de rede e call centers para calcular o movimento financeiro em torno dos serviços de conectividade que passam pelos dispositivos e apps Android.

PERFIL DOS DESENVOLVEDORES
O estudo também fez um levantamento do perfil demográfico do profissional que trabalha desenvolvendo programas para Android. De acordo com o material, 80% dos desenvolvedores do país trabalham com o sistema operacional. Para 73%, o Android é a principal plataforma de programação.

O estudo indica que 59% dos programadores têm até 29 anos, 69% são do sexo masculino, 52% têm ensino superior completo, e 65% vivem na região Sudeste do país. Além disso, 42% têm renda que os inserem na classe C.

A pesquisa aponta ainda que o desenvolvedor local busca o Android por oferecer plataformas de código aberto de desenvolvimento, permitir a publicação de app ainda em estágio alfa ou beta de criação, e com investimento baixo. Ainda assim, a loja de apps da Apple, que usa o sistema rival iOS, é vista como mais segura e oferece maior retorno sobre o investimento.

(Fonte: Rafael Bucco) - 21/09/2020
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Sobre o Portal da 25 de Março

O Portal da 25 de Março foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área doméstica em geral.